"As empresas desenvolvem diversos programas: relações com os empregados, serviço ao público e a comunidade, proteção ambiental, defesa do consumidor, assistência médica e educacional, desenvolvimento e renovação urbana, cultura, arte e recreação. A RSC é justificada e defendida tanto pelas empresas, sociedade e Estado, como um fenômeno que delimita as ações empresariais. No entanto, argumenta-se que ao invés de delimitar as ações, a responsabilidade social pode acabar por ampliar o poder das empresas. Ela deixou de ser apenas a produtora de bens e serviços, para participar e influenciar diretamente outras dimensões sociais. (“O administrador da companhia deve empregar nos exercícios de suas funções o cuidado e diligencia que todo homem ativo e probo costuma entregar na administração de seus próprios negócios.” (Artigo 1956 da lei societária nº 6404/76.)
A professora, Mary Elbe Queiroz, discursou também sobre o objetivo da “Governança Tributária”, que visa conduzir um gerenciamento das obrigações e riscos tributários organizados, formal e materialmente. Atos de gestão com a finalidade de determinar uma menor carga tributaria legalmente e eticamente possível." |